KIT NOSSOS DIREITOS II - LIMITADO
Este kit une o ecoar das vozes das crianças da Maré e das crianças palestinas, que vivem em ambientes violentos e que lutam desde muito cedo pela sua sobrevivência. Aqui os protagonistas são elas e é um momento para ouvir o que têm a dizer.
NÃO VOU ESCREVER POESIA E OUTROS TEXTOS
É um livro palestino do Instituto Tamer para a Educação Comunitária, que faz um trabalho lindo com crianças em todo o território palestino. Nele, as crianças contam com textos e desenhos como estão vivendo esse momento terrível. “É um testemunho vivo do genocídio”.
O livro foi publicado no Brasil por um esforço coletivo de diversas editoras, a Caixote inclusive.
EU DEVIA ESTAR NA ESCOLA
Muitos sentimentos se misturam quando penso nas falas de meninos e meninas em Eu devia estar na escola. Um livro que emociona e mexe com nossas emoções mais primárias: tristeza, medo, alegria, raiva… Faz refletir sobre o direito à infância no Brasil e de vivê-la cercada dos cuidados necessários. É duro pensar que uma parcela das crianças brasileiras tem de lutar desde muito cedo para continuar viva. Mas me encanta o modo como as crianças das favelas da Maré chamam a atenção e proclamam que as violências sofridas por elas não podem fazer parte de suas vidas sem que a sociedade reconheça o absurdo que é isso. (Eliana Sousa Silva, diretora e fundadora da ONG Redes da Maré.)
Eu devia estar na escola é um livro narrado e ilustrado por muitas crianças e jovens moradores de favelas da Maré, que relatam o que é viver a infância impactada pelas frequentes e violentas operações policiais que são utilizadas pelo governo brasileiro como medida de enfrentamento ao também violento varejo de drogas.
PARA CRESCER E SER FELIZ
Um livro que nasceu a partir da produção de Eu devia estar na escola (Editora Caixote, 2024), durante o qual cresceu o desejo de registrar os sonhos, as potências, os anseios e, principalmente, o que seria, para elas, inegociável para viver uma boa vida.
É lindo pensar juntos em um futuro melhor, embora possa ser sofrido também relembrar o que dói. É imenso convidar cada criança e cada adolescente para falar do sonho coletivo. Isso porque, com tanta violência, muitas vezes, a possibilidade de sonhar um lugar melhor escapa. E quem são as crianças e jovens que têm garantido o direito a sonhar com o futuro?
Aqui, juntos (crianças, adolescentes e adultos de diversas realidades), refletimos e reivindicamos sobre o que é preciso “para crescer e ser feliz”.
Kit Nossos Direitos II
KIT NOSSOS DIREITOS II - LIMITADO
Este kit une o ecoar das vozes das crianças da Maré e das crianças palestinas, que vivem em ambientes violentos e que lutam desde muito cedo pela sua sobrevivência. Aqui os protagonistas são elas e é um momento para ouvir o que têm a dizer.
NÃO VOU ESCREVER POESIA E OUTROS TEXTOS
É um livro palestino do Instituto Tamer para a Educação Comunitária, que faz um trabalho lindo com crianças em todo o território palestino. Nele, as crianças contam com textos e desenhos como estão vivendo esse momento terrível. “É um testemunho vivo do genocídio”.
O livro foi publicado no Brasil por um esforço coletivo de diversas editoras, a Caixote inclusive.
EU DEVIA ESTAR NA ESCOLA
Muitos sentimentos se misturam quando penso nas falas de meninos e meninas em Eu devia estar na escola. Um livro que emociona e mexe com nossas emoções mais primárias: tristeza, medo, alegria, raiva… Faz refletir sobre o direito à infância no Brasil e de vivê-la cercada dos cuidados necessários. É duro pensar que uma parcela das crianças brasileiras tem de lutar desde muito cedo para continuar viva. Mas me encanta o modo como as crianças das favelas da Maré chamam a atenção e proclamam que as violências sofridas por elas não podem fazer parte de suas vidas sem que a sociedade reconheça o absurdo que é isso. (Eliana Sousa Silva, diretora e fundadora da ONG Redes da Maré.)
Eu devia estar na escola é um livro narrado e ilustrado por muitas crianças e jovens moradores de favelas da Maré, que relatam o que é viver a infância impactada pelas frequentes e violentas operações policiais que são utilizadas pelo governo brasileiro como medida de enfrentamento ao também violento varejo de drogas.
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